Confira abaixo os benefícios de cada Convenção Coletiva e Acordo firmado pelo Sindicato. É só clicar nos respectivo título.
2 - Construção Civil
4 - Marmorarias
7 - Acordo Kaspary
8 - Acordo Rohr
Confira abaixo os benefícios de cada Convenção Coletiva e Acordo firmado pelo Sindicato. É só clicar nos respectivo título.
2 - Construção Civil
4 - Marmorarias
7 - Acordo Kaspary
8 - Acordo Rohr
Quase R$ 13 bilhões em lucros do FGTS serão distribuídos aos trabalhadores, até o fim de agosto, nas contas vinculadas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. A medida foi aprovada na quinta-feira, 24/7, pelo Conselho Curador do FGTS e representa 95% do lucro registrado em 2024, de R$ 13,6 bilhões.
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), serão beneficiadas cerca de 134 milhões de pessoas, que tinham saldo no fundo até 31 de dezembro do ano passado. O dinheiro será distribuído proporcionalmente ao saldo de cada conta naquela data.
A rentabilidade do FGTS em 2024 subiu para 6,05%, acima da inflação do ano, que foi de 4,83%.
A consulta ao valor do lucro que será depositado pode ser feita pelo aplicativo FGTS ou no site da Caixa, mediante cadastro do trabalhador. Lembrando que o valor do fundo só pode ser sacado em situações previstas por lei, como demissão sem justa causa, compra da casa própria, doença grave ou no saque-aniversário.
Com informações: Agência Brasil
O STICM S.S.Caí afirma que o Brasil é dos brasileiros e que vê com bons olhos a posição do governo federal em ouvir todos os setores da economia, incluindo os trabalhadores no rol de discussões e apresentação de propostas.
As Centrais Sindicais, representando os sindicatos brasileiros, reuniram-se com ministros e empresários para discutir impactos da guerra comercial provocada pelas recentes medidas protecionistas adotadas pelos Estados Unidos e apresentar propostas de desenvolvimento, na quarta-feira, 16/7.
O encontro foi marcado por uma demonstração de unidade entre as principais centrais do país. Assinam o documento: Moacyr Auersvald, NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores); Sérgio Nobre (CUT); Miguel Torres (Força Sindical); Ricardo Patah (UGT); Adilson Araújo (CTB) e Antonio Neto (CSB)
No encontro, os sindicalistas também aproveitaram para apresentar propostas dos trabalhadores.
Riscos à economia foram trazidos pelos Sindicatos, foram pontos discutidos:
Desindustrialização acelerada
Desorganização de cadeias produtivas estratégicas
Ameaça a milhares de empregos formais
Propostas dos trabalhadores
As Centrais Sindicais organizaram suas propostas em cinco eixos estratégicos:
1. Defesa da Produção Nacional
Reforço de medidas antidumping e salvaguardas comerciais para proteger a indústria brasileira da concorrência desleal.
Investimentos em inovação e infraestrutura, com foco em tecnologias críticas como inteligência artificial, semicondutores e hidrogênio verde.
Estímulo às compras públicas com conteúdo local e revisão da Lei de Patentes para ampliar a autonomia tecnológica.
2. Proteção do Emprego e da Renda
Recriação de programas de proteção ao emprego, como o antigo Programa de Manutenção do Emprego e da Renda (PMER), adaptado ao novo contexto global.
Expansão da qualificação profissional, com foco em setores estratégicos como energia limpa, manufatura avançada e logística.
3. Diálogo Social e Negociação Coletiva
Criação de espaços permanentes de concertação entre governo, empresários e trabalhadores, inspirados em modelos europeus de governança tripartite.
Participação ativa de representantes sindicais na formulação de políticas industriais e comerciais.
4. Transição Ecológica Justa
Implementação de um plano nacional de descarbonização com foco na geração de empregos verdes e na requalificação da força de trabalho.
Estímulo à bioeconomia e à economia circular, especialmente na Amazônia Legal, como alternativa sustentável de desenvolvimento regional.
5. Nova Estratégia Comercial
Revisão de acordos internacionais que fragilizem a indústria nacional, com destaque para cláusulas de propriedade intelectual e barreiras técnicas.
Fortalecimento do Mercosul e da cooperação Sul-Sul como pilares de uma política externa voltada à integração produtiva e ao desenvolvimento regional.
Próximos passos
Em declaração conjunta, os líderes sindicais afirmaram que “o diálogo social é essencial para construir soluções negociadas e garantir que a classe trabalhadora seja não apenas sujeita, mas beneficiária do crescimento econômico”.
Segundo fontes do governo, será criado um grupo de trabalho interministerial com participação das centrais sindicais e representantes do setor produtivo para aprofundar as propostas e viabilizar ações emergenciais e estruturantes. A expectativa é que novas medidas sejam anunciadas em seguida.
O encontro dessa quarta-feira marcou um passo importante na construção de uma agenda comum entre governo, trabalhadores e empresários, com foco em soberania produtiva, justiça social e desenvolvimento sustentável.
O que isso significa?
Significa que cada vez mais pessoas estão saindo da informalidade e conquistando direitos como férias, 13º salário e previdência. Significa que o medo do desemprego dá lugar à esperança de crescer na carreira — ou até empreender.
Significa também que o dinheiro está voltando ao bolso do trabalhador: o rendimento médio está em R$ 3.457, e a massa salarial nacional está em alta. Com mais consumo, vem o aquecimento da economia, dos pequenos negócios aos grandes empreendimentos.
Mais que números, estamos falando de gente. Gente que acorda cedo, pega dois ônibus, estuda à noite. Gente que batalha e, agora, vê mais chances de colher os frutos.
O mercado não é perfeito — ainda há desafios. Mas diante dos dados, não há como negar: o Brasil está no caminho do pleno emprego, e cabe à sociedade, aos sindicatos e aos governos garantir que esse avanço se transforme em qualidade de vida duradoura.
Com informações do IBGE
O Sindicato entende que nunca é demais tocarmos neste assunto: foram 36 feminicídios no RS, neste 1º semestre de 2025.
Agora, ao que se deve esse número tão elevado de mulheres serem mortas simplesmente pelo fato de serem mulheres?
Para os especialistas, os feminicídios ocorrem devido a uma combinação de fatores sociais, culturais e individuais que perpetuam a desigualdade de gênero e a violência contra as mulheres. O ódio, o desprezo e o sentimento de posse sobre as mulheres são motivações comuns, além do inconformismo com a separação e o ciúme.
O QUE PODE SER FEITO PARA COMBATER O FEMINICÍDIO?
Educação e conscientização: e é por isso que precisamos debater a refletir a cada vez mais sobre este tema. No trabalho, na escola e em família.
Fortalecimento das leis e políticas: em entrevista hoje ao Jornal do Almoço (RBS TV, 11/7/25)) a Deputada Federal Fernanda Melchiona disse que as Patrulhas Maria da Penha estão salvando muitas vidas e, por isso, precisam ser incentivadas com recursos financeiros e humanos.
Também é importante a implementação de leis eficazes para garantir a punição do agressor e a justiça e proteção às mulheres.
Apoio às vítimas:
Garantir o acesso a serviços de apoio, como abrigos, acompanhamento psicológico e jurídico, e promover a autonomia econômica das mulheres.
Combate à impunidade:
Assegurar que os autores de violência e feminicídio sejam responsabilizados por seus crimes, com punições adequadas e processos judiciais eficientes.
IMPORTANTE
O feminicídio é um crime que pode e deve ser combatido, com ações que promovam a igualdade de gênero e a proteção das mulheres.
Caso você tenha conhecimento de casos ou sofra com a violência doméstica, perca do medo e ajude a evitar que isso evolua para o extremo, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher), ou denuncie diretamente à polícia civil (fone 190) ou Brigada Militar (fone 193 – Bombeiros).