quinta-feira, 26 de abril de 2018

Acidentes com quedas levaram 161 trabalhadores à morte em 2017, revela Ministério do Trabalho

No ano passado, das 349.579 Comunicações de Acidentes de Trabalho (CATs) feitas pelas empresas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), 37.057 se referiam a quedas - 10,6% dos registros. As ocorrências chamam a atenção pela gravidade. Entre os acidentes fatais de trabalho no último ano, as quedas representaram 14,49% do total. Das 1.111 mortes em ambiente de trabalho registradas no ano passado, 161 foram causadas por quedas.
Os dados revelam que os locais onde mais acontecem acidentes por queda são a construção civil, o transporte de carga, o comércio e hospitais. Esses acidentes geralmente têm relação com escadas, andaimes e estruturas, e veículos motorizados. No ano passado, 56 trabalhadores morreram após caírem de andaimes e plataformas; e 34, de veículos, como caçambas de caminhões.
Somados os números de acidentes e óbitos causados por quedas entre serventes de obras e pedreiros, trabalhadores da construção civil, foram 1.796 acidentes e 24 mortes em 2017.
De acordo com o Ministério do Trabalho, há regulamentação definida para evitar esse tipo de acidente - que geralmente acontece quando as normas de segurança são desrespeitadas. A Norma nº 35 trata do trabalho em altura, e a Norma nº 18 estabelece regras para trabalho na indústria da construção civil.
Fonte: com informações do JCRS

Governo editará decreto para regulamentar Reforma Trabalhista


O governo deve editar, nos próximos dias, um decreto para ajustar pontos polêmicos da reforma trabalhista. Esses trechos já haviam sido alterados pela Medida Provisória (MP) nº 808/17, em vigor desde novembro do ano passado, mas deixaram de valer desde a segunda-feira, 23/4, já que o Congresso perdeu o prazo para transformar as modificações definitivamente em Lei.
Você sabe que pontos são esses? Confira, abaixo.
Fonte: com informações do JCRS

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Reforma Trabalhista: grávidas em áreas perigosas e mais demissões


A medida provisória que alterou pontos da reforma trabalhista deve perder a validade na próxima segunda-feira (23). Com isso, a reforma volta a valer integralmente, incluindo pontos polêmicos, como permitir que grávidas trabalhem em locais insalubres (que fazem mal à saúde), com radiação, frio e barulho, por exemplo, e que as empresas demitam seus empregados para, em seguida, recontratá-los como trabalhadores intermitentes, que recebem apenas por hora trabalhada.
Editada pelo governo uma semana depois de a nova CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) entrar em vigor, em novembro, a MP precisaria ser votada e aprovada pela Câmara e pelo Senado para ser sancionada pelo presidente até segunda, mas não há mais tempo.
O governo até pode editar a mesma medida provisória, mas só daqui a um ano.
Para o trabalhador, o recomendado é entender bem quais regras passam a valer a partir de segunda para descobrir se elas terão algum impacto no seu emprego.
MP foi promessa do governo
A MP da reforma trabalhista foi resultado de uma promessa feita pelo governo para conseguir aprovar mais rapidamente a nova legislação, no ano passado.
Quando o texto da nova CLT já tinha sido aprovado pela Câmara, senadores discutiam fazer ajustes por não concordar com alguns pontos dela. Se o Senado fizesse qualquer mudança, o texto teria que voltar para a Câmara para ser analisado novamente.
Para evitar esse atraso, o governo propôs um acordo: se os senadores aprovassem a reforma como estava, faria essas mudanças depois, por meio de vetos e de uma medida provisória
Os senadores aceitaram e aprovaram a reforma sem mudanças. O governo não vetou nenhum ponto, mas editou a MP. Uma medida provisória, porém, só tem validade de 60 dias, podendo ser prorrogada por mais 60. Para de fato virar lei, é preciso que, dentro desse período, ela seja votada pelo Congresso e sancionada pelo presidente.
Fonte: com informações do UOL Economia

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Crescimento forte do PIB chinês foi sustentado por construção e indústria

O STICM S.S.Caí acredita que sempre que a economia cresceu isso teve a ver exatamente com a alavancagem da indústria da construção civil. A China está aí de prova. Acompanhe a matéria.

A expansão econômica da China melhor que o esperado no primeiro trimestre foi sustentada pela aceleração na indústria e construção, enquanto nos setores de serviços e agricultura o crescimento desacelerou, mostraram dados oficiais nesta quarta-feira.
O setor de construção e manufatura cresceu 6,3 por cento em relação ao ano anterior, acelerando a partir de um ritmo de 5,7 por cento no quarto trimestre, de acordo com dados mais detalhados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatísticas da China um dia após o Produto Interno Bruto (PIB) trimestral.
A economia da China cresceu 6,8 por cento entre janeiro e março, superando as expectativas de um ganho de 6,7 por cento, aproveitando o robusto investimento imobiliário e a demanda resiliente dos consumidores.
A indústria também se recuperou no começo deste ano, depois que as autoridades levantaram as restrições à poluição no inverno e as siderúrgicas aumentaram a produção à medida que a construção voltava a subir.
Mas os economistas ainda esperam que a China perca ímpeto nos próximos trimestres, conforme Pequim obriga os governos locais a reduzirem projetos de infraestrutura para conter suas dívidas, e as vendas de imóveis esfriam devido ao rígido controle governamental sobre as compras para combater a especulação.
“Acreditamos que a recuperação da indústria e da construção terá vida curta, com o aumento temporário da atividade fabril a partir do relaxamento dos controles de poluição e restrições mais rígidas aos gastos fora do orçamento pelos governos locais”, disse Julian Evans-Pritchard, economista sênior da Capital Economics.
A construção e a manufatura da China responderam por 39 por cento do PIB no primeiro trimestre, em linha com sua participação de 41 por cento no trimestre anterior, de acordo com cálculos da Reuters baseados em dados da agência de estatísticas.
O setor de serviços continuou a ser o que mais contribuiu para o PIB, respondendo por 57 por cento da produção econômica da China nos três primeiros meses de 2018.
Os serviços cresceram 7,5 por cento em relação ao ano anterior, desacelerando de 8,3 por cento no quarto trimestre, enquanto a agricultura expandiu 3,2 por cento entre janeiro e março, ante 4,4 nos três meses anteriores.
O setor de varejo e atacado desacelerou ligeiramente para um crescimento de 6,8 por cento, ante 6,9 por cento no trimestre anterior.
O setor enfrenta obstáculos, com as vendas de imóveis e as vendas no varejo vulneráveis ​​a um enfraquecimento do mercado de trabalho, crescimento mais lento do crédito e os controles governamentais sobre negociações imobiliárias, disse Evans-Pritchard.
Fonte: Exame

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Governo comemora baixa inflação, mas desemprego aumenta


Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil chega a 13 milhões.

O Governo Federal comemorou nesta semana o número divulgado pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), a respeito do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Porém, se por um lado comemora-se o total de 0,09% de inflação no mês de março, por outro, é preocupante o crescimento da taxa de desemprego no Brasil. Conforme o IBGE, no mesmo período, o número de desempregados chegou a 13 milhões.
Segundo o Dieese, baseado em índices da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad contínua) sobre o desemprego em 2017, o emprego informal também sofreu aumento considerável.
No último ano, foram criadas 2,6 milhões de vagas informais, ou seja, sem carteira assinada. Já o trabalho formal caiu significativamente, perdendo mais de 980 mil postos de trabalho somente entre o final do ano de 2016 e o de 2017.
Os dados informados pelo Dieese, também demonstram o crescimento da precarização do trabalho em todos os segmentos, salvo apenas o setor agrícola, que registrou redução tanto no emprego formal quanto do informal.
No cenário da indústria, os índices apontam diminuição na taxa de formalização, uma vez que no final de 2016 a taxa era de 66,7% caindo para 63,6%, devido ao aumento de 473 mil trabalhadores informais, além do fechamento de 20 mil empregos formais.
Estes índices exemplificam a necessidade do combate à precarização e informalidade em todos os setores da economia, principalmente a indústria, uma vez que este segmento sempre gerou mais vagas formais de postos de trabalho, indicando uma mudança estrutural nas relações de trabalho em decorrência da aprovação pela reforma trabalhista.

segunda-feira, 19 de março de 2018

19 de março: Dia de São José



Que São José, padroeiro dos carpinteiros e marceneiros, abençoe e proteja  cada trabalhador da construção civil e do mobililiário, o trabalho e as famílias de cada um, hoje e sempre!

quinta-feira, 8 de março de 2018

FELIZ DIA PARA TODAS AS MULHERES!

A mulher é o único ser que sabe amar, modificando positivamente tudo o que está ao seu redor.
O Sticm S.S.Caí homenageia a todas as mulheres que constroem um mundo melhor todos os dias!


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CONVÊNIO IR2018

Encaminhe sua declaração de renda 2018 na sede do Sindicato:
Rua Tiradentes, 318 - Bairro Navegantes - São Sebastião do Caí - RS
De segunda a sexta-feira das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h

QUEM PRECISA FAZER A DECLARAÇÃO DE RENDA 2018?
. Quem recebeu no ano de 2017 rendimentos tributáveis no valor de R$ 28.193,21
. Quem recebeu desconto do Imposto de Renda na Fonte no seu contra-cheque.
Se você tem qualquer valor descontado de imposto na fonte, mesmo que esteja desobrigado a fazer o Imposto de Renda, deve fazer para receber o dinheiro de volta (restituição).

NECESSÁRIO TER EM MÃOS OS SEGUINTES DOCUMENTOS:
. Cópia da declaração do IR 2017 (se tiver) ou,
. Comprovante de endereço, RG, CPF, Título de Eleitor e relação de dependentes.
. Comprovante(s) de rendimento(s) fornecido(s) pela(s) empresa(s) que trabalhou em 2017.
. Relação dos bens com valor, ano de aquisição e descrição (casa, carro, terreno, ações).
. Extrato bancário para fins de Imposto de Renda (conta corrente e poupança).
. Número da conta do banco, caso tenha restituição (dinheiro que volta para você).
. Nome dos dependentes do data de nascimento e o número do CPF de cada um.
. Notas Fiscais de despesas com médicos, dentistas, exames, clínicas, hospitais, saúde.
. Comprovante de despesa com instrução própria e dos dependentes.

ATENÇÃO: O PAGAMENTO É FEITO NA ENTREGA DOS DOCUMENTOS PARA A DECLARAÇÃO, ONDE SERÁ PREENCHIDO UM FORMULÁRIO!

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Presidente do STICM Caí é eleito vice presidente da Nova Central-RS

Nos dias 22 e 23 de janeiro, o STICM S.S.Caí participou do IV Congresso Estadual da Nova Central-RS, na sede do Sindimarceneiros-POA, na praia de Imbé, representado pelo presidente Laerte Alves.
Contando com a presença do presidente nacional da central, José Calixto Ramos, o Congresso elegeu a nova diretoria da NCST-RS tendo como um dos vice presidentes na chapa única, o presidente do Sindicato, Laerte, eleito para o quadriênio 2018/2022.
Durante o evento os sindicalistas aproveitaram para debater sobre o futuro do sindicalismo brasileiro e como fazer para reverter a retirada de direitos promovida pela reforma trabalhista.
Parabéns ao presidente do STICM S.S.Caí, Laerte Alves, muito sucesso e avanços, para o Sindicato e a Nova Central-RS!






quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Inflação oficial fecha 2017 em 2,95%, abaixo do piso da meta

O STICM S.S.Caí ainda está tentando entender este cálculo!
A inflação oficial do Brasil surpreendeu em dezembro e subiu mais do que o esperado, por conta dos preços dos alimentos e transportes, mas ainda assim fechou 2017 no nível mais baixo em 19 anos e abaixo do piso da meta pela primeira vez, mantendo o caminho aberto para mais redução dos juros básicos.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou no ano passado alta de 2,95%, nível mais baixo desde 1998 (1,65%) e depois de ter encerrado 2016 com avanço de 6,29%, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou abaixo da meta do governo de 4,5%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, algo inédito desde que o regime de metas de inflação foi definido, em 1999.
Só em dezembro, o IPCA acelerou a alta a 0,44%, sobre 0,28% em novembro, por conta dos preços maiores de Alimentação e bebidas (+0,54%), depois de ter marcado deflação de 0,38% no mês anterior.
Os resultados ficaram acima das expectativas de analistas em pesquisa da Reuters, de alta de 0,30% no mês e de 2,80% em 12 meses.
Segundo o IBGE, apesar de alimentos terem pesado no mês passado, em 2017 todo foram o destaque para garantir uma inflação menor, com queda de 1,87% no grupo Alimentação e Bebidas sobretudo por conta da supersafra.
Na outra ponta, o maior impacto foi exercido por Habitação, com alta de 6,26% nos preços.
O nível fraco de inflação mantém aberto o espaço para o BC continuar reduzindo os juros básicos depois de a Selic ter terminado o ano passado na mínima histórica de 7%, em meio ao ritmo gradual de recuperação econômica.
A expectativa em geral é de novo corte na taxa de 0,25 ponto percentual em fevereiro, como vem sendo indicado pelo BC, e os juros futuros já mostram apostas em nova redução em março.
A inflação ter fechado 2017 abaixo do piso da meta obrigaria o presidente do BC, Ilan Goldfajn, a redigir uma carta aberta para explicar o motivo desse quadro.
Entretanto, o BC costuma arredondar a segunda casa do resultado da inflação após a vírgula, o que levaria o IPCA de 2017 a ficar exatamente no piso. Questionado, o BC afirmou que ainda não poderia informar imediatamente se a carta seria divulgada ou não.
Fonte: Terra

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

QUANDO PAPAI NOEL PEDE PRESENTE

Ao ler “O vingador mascarado dos contos de fada” da escritora francesa Christine Beigel conheci a história de uma menina que planeja como se vingar do Lobo Mau, da Bruxa da Branca de Neve e outros vilões, invertendo os papeis tradicionais.
Papai Noel é mais uma figura fictícia que está no imaginário infantil e dos crescidinhos como alguém que, ao distribuir presentes e atenção, proporciona felicidades natalinas a todos, uma espécie de gênio da lâmpada que concede desejos e os realiza, mesmo não tendo sido criado para o universo dos contos de fada. Pensei sobre a nossa realidade, especificamente a do Brasil, tão difícil que, ao exemplo do livro que citei, seria provável que o papel tradicional do velho Noel sofresse modificações e passasse ele também a pedir presentes.
O bom velhinho está cada vez mais velhinho e no nosso país não tem a certeza de que irá se aposentar. No entanto, embora aprecie distribuir presentes, está cansado e merece uma aposentadoria digna. Se adoecer, Papai Noel terá de enfrentar as precárias condições da saúde pública, filas, talvez internação “provisória” em algum corredor de hospital. O seguro do seu trenó e as refeições para suas renas e a dele estão cada vez mais caros, além disso, a violência o impede de ter tranquilidade para exercer seu ofício e viver. Seu salário foi parcelado; seu voto, incinerado de forma invisível na última eleição; e quando saiu às ruas para se manifestar não foi considerado. Massa de manobra, ele está cansado de ser brasileiro, embora acredite que “um filho seu não foge à luta”.
O que Papai Noel pediria de presente? O “Fora Canalhas!” - do hashtag à prática - aos que estão vendendo o país e rapinando os direitos dos cidadãos e trabalhadores. Quem sabe os mandar à Lapônia catar coquinhos ou à cadeia mais próxima a cumprir pena sem pena alguma deles. Justiça é tudo o que desejamos, Noel e todos nós.
Papai Noel é cada pai e mãe de família no Brasil que terá de encontrar uma fórmula mágica para comprar o presente para seu filho; mas fará de tudo pelo sorriso dele e de toda a família no Natal e em todos os tempos. Apesar de tudo...

Ana Cecília Romeu, 
publicitária e escritora – Via3 Publicações


Fonte: texto e charge - Correio do Povo, 19/12/17

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sticm-Caí Participa de Plenária da Nova Central

 Registramos nossa participação no dia 5 de setembro na Plenária da Nova Central-RS realizada em Porto Alegre,o evento discutiu a Reforma Trabalhista e o Impacto na Vida dos Trabalhadores.O diretor Marcos Steffens representou o sindicato.


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Consórcio de Belo Monte é condenado por demitir operário após protesto por segurança no canteiro



O Consórcio Construtor Belo Monte deverá pagar R$ 5 mil de indenização a um operador de veículos pesados demitido, juntamente com outros trabalhadores, depois de um protesto por melhores condições de trabalho e segurança no canteiro de obras da hidrelétrica, em Altamira (PA). A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho reduziu o valor da reparação, fixado inicialmente em R$ 30 mil, mas manteve o entendimento de que a dispensa foi discriminatória e de que o consórcio foi negligente quanto à segurança dos trabalhadores.
Na reclamação trabalhista, o operário contou que, em março de 2013, um grupo de índios ocupou o canteiro e obrigou os trabalhadores a paralisar as obras. Segundo ele, “sempre que havia alguma situação caótica”, a empresa cortava a comunicação dentro da obra e os aparelhos celulares ficavam sem sinal, “impedindo os trabalhadores de ter qualquer comunicação com o mundo exterior, e, sem dúvida, agravando o estado de pânico e incerteza”.
Ainda conforme seu relato, dias depois, houve uma “manifestação violenta” de trabalhadores, e os que tentaram sair foram barrados pela Força Nacional, que tomou os crachás e os obrigou a ficar em fila “para que fossem fotografados, como se criminosos fossem”. Depois de retornar ao alojamento, foi demitido imediatamente e, em seguida, colocado num ônibus para Belém, sua cidade de origem.
O consórcio negou que operários tenham ficado reféns dos índios, e sustentou que a imprensa divulgou à época o reforço da segurança na área do conflito. Alegou ainda que a dispensa se deu pela antecipação da rescisão do contato de experiência, e não por discriminação, e argumentou que não poderia ser responsabilizado pelo alegado constrangimento causado pela Força Nacional
Mesmo entendendo presente o constrangimento do operador nas duas situações, o juízo da 9ª Vara do Trabalho de Belém concluiu que a culpa pelos acontecimentos não poderia ser imputada ao consórcio, e julgou improcedente o pedido de indenização por dano moral. Contudo, o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA) considerou que o trabalhador sofreu abalo moral com a invasão indígena, e que a empresa, mesmo ciente da frequência das invasões, não proporcionou ambiente seguro de trabalho. Também concluiu que a dispensa dos trabalhadores após a greve foi discriminatória, e deferiu indenização de R$ 30 mil.
TST
Em recurso ao TST, o consórcio argumentou que o local de trabalho fica em região cercada por povos indígenas, e que na ocupação não houve agressão ou ameaça ao operador. Segundo a empresa, a demissão de 150 trabalhadores, num universo de 28 mil, não foi em massa nem discriminatória. Pediu, assim, a exclusão da condenação ou a redução do seu valor.
Para o relator do recurso, ministro Brito Pereira, o quadro delineado pelo Regional demonstrou a negligência do consórcio em manter um ambiente seguro de trabalho e o caráter discriminatório da dispensa, pois a greve visava melhores condições de trabalho. “Quando o empregador, indiferente à segurança do trabalhador, concorrer para caracterização do evento danoso com dolo ou culpa, por ação ou omissão, ficará obrigado a repará-lo, nos exatos limites dos artigos 186, 187 e 927 do Código Civil”, afirmou.
Com relação à indenização, o ministro entendeu que, considerando as circunstâncias do caso concreto e decisões do TST envolvendo o mesmo episódio, o montante de R$ 30 mil foi excessivo, e propôs o valor de R$ 5 mil, aprovado por unanimidade.
Fonte. TST.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Construção civil tem crescimento de vagas em julho

Depois de 33 meses demitindo mais do que contratando, é uma boa notícia para a economia, mas o setor ainda está longe da retomada.


A construção civil criou vagas formais em julho depois de trinta e três meses seguidos demitindo mais do que contratando. É uma boa notícia para a economia, mas o setor ainda está longe da retomada de crescimento.
“A gente percebe que já está havendo uma melhora. Muito pequena, mas está acontecendo. As pessoas estão começando a comprar mais que no ano passado e a gente está contratando essas pessoas porque a gente precisa começar essas novas obras”, diz o diretor financeiro e jurídico Marcos Bigucci, que está contratando e pretende fazer o lançamento de dois empreendimentos ainda em 2017.
Cresce pouco
Mas o número de vagas criadas ainda foi pequeno: 724 em todo o país.O desemprego sempre sobe bem mais depressa do que desce, segundo os economistas. Para ocorrer uma retomada mais consistente, a economia precisa dar sinais mais claros de que o terreno está sólido pra investimento.
O professor do Insper Otto Nogami diz que é muito cedo para falar em retomada. "Estruturalmente essa crise destruiu nosso parque produtivo. Então quando pensamos em um  processo de retomada de crescimento de uma forma mais sustentável, isso nos leva em algo em torno de 2022."

    sexta-feira, 11 de agosto de 2017


    Programa Falando de Previdência (sextas, das 10h30 às 11h)

    Daqui a pouco, às 10h30, na Rádio Comunitária Caiense, 87.5 FM, confira o programa Falando de Previdência, com a jornalista Isabel Rodrigues e a advogada Tiana Soares.
    Assunto de hoje: lucro do FGTS
    A rádio pode ser conferida também no www.radios.com.br, ou pelo aplicativo RadiosNet.

    sábado, 1 de julho de 2017

    Sindicato Participa do Congresso da Nova Central Sindical de Trabalhadores.




    O Sticmcaí esteve nos dias 25 a 29 de junho em Luziânia-GO participando do IV Congresso Nacional da Nova Central Sindical de Trabalhadores onde foram debatidos os assuntos mais preocupantes para a classe trabalhadora.A Reforma Trabalhista e a Previdenciária foram debatidas com muita profundidade pelos mais de 900 delegados inscritos para também fazer a eleição da nova diretoria da Central.A reafirmação do compromisso de combater ás reformas,foi um dos eixos que foi definido pelos delegados de todo o Brasil.Para o presidente do sindicato Laerte Alves ,o congresso trouxe um apanhado do que os trabalhadores e dirigentes sindicais estão vivenciando nesse momento em que há uma perseguissão ás leis trabalhistas.Na foto o presidente Laerte Alves com o presidente eleito da Nova Central José Calixto Ramos.

    quarta-feira, 21 de junho de 2017

    Reforma Trabalhista em tramitação no Senado Federal

    A Reforma Trabalhista (PLC 38/2017) já passou pela CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, no dia 13/6, onde foi aprovada e pela CAS - Comissão de Assuntos Sociais, em 20/6, onde foi rejeitada.
    Com informações apuradas junto à Agência Senado, a reunião de líderes decidiu realizar hoje a leitura do parecer na CCJ - Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. Ficou definido, ainda, que haverá duas audiências públicas sobre o tema em 27 de junho.
    A votação na Comissão será no dia 28 de junho e, posteriormente, irá para apreciação e votação no plenário em 5 ou 12 de julho.
    Por isso, divulguem para que os colegas ajudem a pressionar os membros da Comissão de Constituição e Justiça a votarem contra PL da Reforma Trabalhista.
    COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA DO SENADO
    Titulares

    PMDB
    • Edison Lobão (PMDB/MA) – presidente
    edison.lobao@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-2311 / 2312 / 1989 / 2755
    • Eduardo Braga (PMDB/AM)
    eduardo.braga@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6230 / 6227
    • Jader Barbalho (PMDB/PA)
    jader.barbalho@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-9826 / 9831 / 9827 / 9832
    • Simone Tebet (PMDB/MS)
    simone.tebet@senadora.leg.br
    Tel.: (61) 3303-1128
    • Valdir Raupp (PMDB/RO)
    valdir.raupp@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-2252 / 2253
    • Marta Suplicy (PMDB/SP)
    marta.suplicy@senadora.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6510 / 6514
    • José Maranhão (PMDB/PB)
    jose.maranhao@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6490 / 6485

    PDT
    • Acir Gurgacz (PDT/RO)
    acir@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-3131 / 3132

    PSDB
    • Antonio Anastasia (PSDB/MG) – vice-presidente
    antonio.anastasia@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-5717
    • Flexa Ribeiro (PSDB/PA)
    flexa.ribeiro@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-2342

    DEM
    • Maria do Carmo Alves (DEM/SE)
    maria.carmo.alves@senadora.leg.br
    Tel.: (61) 3303-1306 / 4055
    • Ronaldo Caiado (DEM/GO)
    ronaldo.caiado@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6439 / 6440 / 6445

    PP
    • Benedito de Lira (PP/AL)
    benedito.lira@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6148 / 6149 / 6151
    • Wilder Morais (PP/GO)
    wilder.morais@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-2092 / 2093 / 1809 / 2099 / 2964

    PSD
    • Lasier Martins (PSD/RS)
    lasier.martins@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-2323

    PSB
    • Antonio Carlos Valadares (PSB/SE)
    antoniocarlosvaladares@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-2201 / 2203 / 2204 / 1786
    • Roberto Rocha (PSB/MA)
    robertorocha@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-1437 / 1506

    Rede
    • Randolfe Rodrigues (Rede/AP)
    randolfe.rodrigues@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6568 / 6567 / 6574

    PTB
    • Armando Monteiro (PTB/PE)
    armando.monteiro@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6130

    PR
    • Magno Malta (PR/ES)
    magno.malta@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-4161 / 5867 / 1656

    PRB
    • Eduardo Lopes (PRB/RJ)
    eduardo.lopes@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-5730 / 5225 / 2211 / 5290

    PT
    • Jorge Viana (PT/AC)
    jorge.viana@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6366 / 6369
    • José Pimentel (PT/CE)
    jose.pimentel@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6390 / 6391
    • Fátima Bezerra (PT/RN)
    fatima.bezerra@senadora.leg.br
    Tel.: (61) 3303-1777 / 1884
    • Gleisi Hoffmann (PT/PR)
    gleisi@senadora.leg.br
    Tel.: (61) 3303-6265
    • Paulo Paim (PT/RS)
    paulopaim@senador.leg.br
    Tel.: (61) 3303-5232 / 5231 / 5230


    Foto: Senado Federal - CCJ - 21/6/17