A Nova
Central Sindical dos Trabalhadores (central na qual o STICM São Sebastião do Caí é filiado) esteve
hoje junto com as centrais sindicais Ugt-RS,
Ctb, Cgtb e movimento estudantil participando do ato contra os juros praticados
pelo Banco Central, em frente a sede da instituição, em Porto Alegre. Com o
trânsito bloqueado por alguns períodos, a população foi alertada sobre o grande
mal que assola a economia brasileira e causa redução no bolso dos
trabalhadores. O presidente da Nova Central, Valter Souza, discursou falando
sobre essa situação que torna os trabalhadores reféns dos bancos.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Inflação medida pelo IGP-M recua na segunda prévia de janeiro
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços
- Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio (dez dias) de janeiro,
variação de 0,55%, recuando 0,1 ponto percentual em relação aos 0,65% da alta
do segundo decêndio de dezembro de 2014.
Os dados relativos ao IGP-M foram divulgados
hoje (19), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio
Vargas (FGV), e indicam forte influência dos preços ao produtor, que têm peso
de 60% na composição do IGP-M.
No segundo decêndio de janeiro, o Índice de
Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,37%, resultado que
chega a ser 0,34 ponto percentual inferior aos 0,71% da variação do segundo
decêndio de dezembro.
Com forte impacto no resultado, a taxa de
variação do grupo bens intermediários caiu entre um período e outro 0,44 ponto
percentual, ao recuar de 0,8%, em dezembro, para 0,36%, em janeiro. O destaque
coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou
de 0,63% para 0,23%.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Centrais Sindicais reúnem-se em prol do Piso Mínimo Regional
A Nova Central Sindical dos
Trabalhadores está reunida, neste momento, com as Centrais Sindicais
para discutir os encaminhamentos a respeito do Piso Mínimo Regional e também a
mobilizações das centrais contra as mudanças feitas pelo governo federal na
áreas trabalhistas e previdenciárias.
A reunião está
sendo realizada na sede da CUT-RS. Estão presentes pela Nova Central-RS os
companheiros Dercirio
Junior, Atos Motta e Telmo
Camargo.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Mudanças em benefícios anunciadas pelo governo têm de ser votadas no Congresso
As
medidas provisórias 664 e 665, editadas no último dia 30, já enfrentam uma
forte resistência da oposição na Câmara; embora o governo afirme que elas serão
importantes para solucionar o deficit das contas públicas, o que também foi
bastante criticado pelos líderes oposicionistas nos últimos meses. A
expectativa é que as medidas gerem uma economia de R$ 18 bilhões em 2015. As
mudanças atingem principalmente a concessão da pensão por morte e o
seguro-desemprego.
Entenda o que muda nos benefícios
A
partir de março, a pensão por morte só será concedida ao cônjuge que comprove
no mínimo dois anos de casamento e seu valor será de 50% do benefício do
segurado que morreu. A pensão aumenta em 10% por dependente até o máximo de
100%. Também será necessário comprovar 24 meses de contribuição para a
Previdência. A duração da pensão ainda será limitada conforme a expectativa de
sobrevida do cônjuge beneficiário. Hoje, apenas o cônjuge com mais de 44 anos
teria direito à pensão vitalícia.
O
ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, destacou que as medidas
também têm o objetivo de corrigir distorções e reduzir fraudes. "Não dá
para casar na última hora para simplesmente transferir o benefício como
acontece nesses casamentos oportunistas hoje. Tem que ter dois anos de
relação."
Seguro-desemprego
No caso
do seguro-desemprego, o trabalhador demitido terá que comprovar 18 meses de
carteira assinada para receber o benefício contra seis meses da regra atual. Na
segunda solicitação, a carência cai para 12 meses. O deputado Sibá Machado
(PT-AC) defendeu a mudança. "Há uma suspeita muito grande de pessoas
estarem abandonando o emprego por interesse de ficar mais em casa, recebendo o
seguro-desemprego. Então essas medidas provisórias vêm no sentido não de tirar
direitos, mas de fazer um ajuste do uso dos benefícios do trabalhador."
Mas o
deputado Rubens Bueno (PPS-PR) afirmou que as medidas são contrárias ao que a
presidente Dilma Rousseff prometeu em sua campanha eleitoral. "Então se
espera que no debate das medidas provisórias no Congresso Nacional se
estabeleça uma posição muito clara em defesa dos direitos sociais dos
trabalhadores brasileiros. E é por aí que nós vamos lutar enquanto
oposição."
DEM e
PSDB também divulgaram notas contrárias às medidas anunciadas por medida
provisória.
As
mudanças atingem ainda o abono salarial do PIS/Pasep que só será pago aos
trabalhadores que comprovarem seis meses de trabalho no ano anterior. Hoje,
basta comprovar um mês. No caso do auxílio-doença, as empresas passarão a ficar
responsáveis pelos primeiros 30 dias de falta ao trabalho contra 15 dias da
regra atual.
As
medidas provisórias devem ser analisadas pelo Congresso em 120 dias a partir do
reinício das atividades em fevereiro.
Fonte: Agência Câmara
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
sábado, 20 de dezembro de 2014
Programa habitacional deve ajudar setor da construção civil em 2015
O presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC), José Carlos Martins, sugere uma alternativa para solucionar o problema do preço dos terrenos destinados à construção de habitações populares, um dos principais entraves apontados pelo setor da construção civil para a continuidade do programa Minha Casa Minha Vida.
Segundo ele, se há uma meta física para a construção de mil unidades em uma cidade, a cidade tem de destinar, no plano diretor, área para duas mil. “No instante que houver o dobro da terra para quantidade necessária, o preço estabiliza”, enfatizou Martins.
O presidente reafirmou a defesa para que o Minha Casa Minha Vida passe a ser considerado uma política de estado, e não de governo, de forma a evitar a descontinuidade.
Ele ressaltou que o Minha Casa Minha Vida foi decisivo para a formalização das empresas que atuam na área de habitação popular. Na sua opinião, o programa deve continuar sendo grande indutor de crescimento da área.
Confira abaixo a expectativa para o mercado em 2105, segundo o presidente da Cbic, José Carlos Martins:
Minha Casa Minha Vida deve ajudar no crescimento da construção civil, sem dúvida. É muito importante a garantia de que possamos iniciar janeiro contratando no Minha Casa Minha Vida. Estimula porque não haverá descontinuidade.
O que precisa ser feito são os novos parâmetros para o mercado em 2015, seja o limite dos valores (faixas de renda), a forma de atuação nas regiões do país e a situação dos municípios que atingiram a meta de contratação. Se for parametrizado rapidamente, 2015 será um ano exitoso para o Minha Casa Minha Vida.
Hoje, existem 500 mil trabalhadores com emprego direto ligado ao Minha Casa Minha Vida. Quando tenho um universo de 3,5 milhões de trabalhadores, na construção civil, com carteira assinada, dá para ver o grau de importância. Antes, 87% eram autogestão.
O Minha Casa Minha Vida contribuiu para a formalização. Aí, você tem qualidade melhor, prazos compatíveis, formalidade, documentação, financiamento, tudo organizado.
Investimento e capacitação. Capacitando melhor, o trabalhador se torna mais produtivo, tem salário melhor e fica mais satisfeito. Investir em equipamentos melhora as condições de trabalho. É muito melhor um trabalhador usar uma empilhadeira do que carregar um saco de cimento. Mas uma empilhadeira não se paga em uma obra. Por isso, na parte de tecnologia, a continuidade do programa é vital.
É uma questão de sobrevivência do programa Minha Casa Minha Vida ser enquadrado como uma política de estado e não de governo. Os governos podem ajustá-lo. Cada dia mais, a habitação de interesse social demanda tecnologia.
O custo tem que ser reduzido, a produtividade aumentada e a qualidade do imóvel melhor. Tem que incorporar tecnologia. Para isso, é preciso garantia de sequência.
É importante que se criem políticas que estimulem a oferta de terras urbanizadas. A CBIC enviou proposta ao governo em que defende a ideia de que, se eu tenho meta física para construir mil unidades em um município, a cidade tem de destinar, no plano diretor, área para duas mil (unidades).
No instante que tiver o dobro da terra para quantidade necessária, o preço estabiliza.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Deputados aprovam aumento de 16% para o Piso Mínimo Regional
A NCST-RS, central na qual o STICM S.S.CAÍ é filiado, participou da votação do aumento de 16% para o Piso Mínimo Regional, que aconteceu agora à tarde na Assembleia Legislativa do RS. Os líderes de bancada decidiram, pela manhã, que seria o primeiro projeto da pauta.
Por unanimidade, os parlamentares gaúchos aprovaram a proposta de aumento enviado pelo governador Tarso Genro. As centrais sindicais ficaram satisfeitas com o resultado da votação e agitaram as galerias da Assembleia.
Atualmente, as cinco faixas variam entre R$ 868 e R$ 1.100. Com o reajuste, ficam entre R$ 1.006 mil e R$ 1.275. A data base para o pagamento foi mantida em 1º de fevereiro. Havia uma proposta de antecipação, que foi rejeitada pelos deputados.
Também foi votada a faixa dos trabalhadores do setor hoteleiro, que foram inclusos na faixa dois.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Confiança do setor da construção civil aumenta 1% e tem segundo pior resultado
O Índice de Confiança da Construção (ICST) aumentou 1% em novembro ante recuo de 4% em outubro ao passar de 96,9 para 97,9 pontos, segundo a sondagem feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Apesar da melhora, o resultado é o segundo pior da série histórica.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Sindicato participa de Seminário na Feticom-RS
O Sticm-Caí ,através de seu presidente Laerte Alves, está participando do Seminário de Atualização promovido pela Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e Mobiliário do RS realizado na sede da entidade em Porto Alegre. O evento visa aprimorar o conhecimento de temas previdência. Portarias 186/326,Segurança e Saúde do Trabalhador, NR 18 e Rescisões e Homologações e se estenderá até o dia 31 de outubro.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Desemprego cai a 4,9% e atinge mínima histórica em setembro
Em agosto, a taxa havia ficado em
5% e, no mês passado, atingiu o menor patamar para setembro desde o início da
série histórica, em março de 2002
A taxa de
desemprego do Brasil caiu a 4,9% em setembro, menor nível para esses meses,
enquanto a renda média da população subiu pelo segundo mês seguido, em meio a
um cenário de economia fraca a pouco dias do segundo turno das eleições
presidenciais.
Em agosto,
a taxa havia ficado em 5% e, no mês passado, atingiu o menor patamar para
setembro desde o início da série histórica, em março de 2002, segundo dados da
Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O
resultado - que abrange seis regiões metropolitanas no País - ficou
abaixo da pesquisa da Reuters, cuja mediana apontou expectativa de taxa de
desemprego a 5,1% em setembro.
"A
redução da taxa está associada à queda na procura, ou seja, a taxa cai porque
há menos pressão sobre o mercado de trabalho", disse a técnica do IBGE
Adriana Berengui.
Uma das
explicações para esse cenário é que as pessoas têm passado mais tempo
estudando, retardando a sua entrada no mercado.
A
população ocupada, segundo o IBGE, recuou 0,2% em setembro na comparação com
agosto, para 23,103 milhões de pessoas, com queda de 0,4% sobre um ano antes.
Já a população
desocupada chegou a 1,183 milhão de pessoas, perda de 3,1% ante agosto e queda
de 10,9% sobre um ano antes. Os desocupados são as pessoas desempregadas em
busca de uma chance no mercado de trabalho.
O IBGE informou ainda
que o rendimento médio real da população subiu 0,1% no mês passado sobre
agosto, segunda alta seguida, chegando a R$ 2.067,10. Sobre setembro de 2013, o
rendimento avançou 1,5%.
O mercado de trabalho
tem sido uma das principais armas da presidente Dilma Rousseff (PT) na sua
acirrada corrida pela reeleição contra Aécio Neves (PSDB), que termina neste
domingo com o segundo turno das eleições.
Entretanto, com a
atividade debilitada - a economia entrou em recessão no primeiro
semestre -, o mercado de trabalho dá sinais de perda de vitalidade. A
criação de vagas formais de trabalho em setembro foi a pior para o mês em 13
anos, segundo dados do Ministério do Trabalho.
O IBGE trabalha para
substituir a PME pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)
Contínua, mais abrangente.
Fonte: Terra
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
DIEESE divulga mais uma pesquisa da cesta básica na região metropolitana de Porto Alegre
A Cesta Básica na Região
Metropolitana de Porto Alegre é a quarta mais cara do país (ficando atrás de
Florianópolis, São Paulo e Vitória), num total de R$ 327,65, o que representa 49,19%
do salário mínimo líquido, embora a cesta já tenha sido mais cara e, até
setembro deste ano, verificou-se uma retração nos preços de -0,46%. Na onda de
retração também entraram o preço do leite, -9,17%, o arroz, -3,11%, a batata,
-5%, o café, -2,4%, e o óleo de soja, -2,56%.
A carne subiu 1,71%, o tomate,1,80%,
e o feijão, 1,86%, e são os principais responsáveis pelo elevado valor da cesta
básica gaúcha.
Esses dados são fornecidos pelo
DIEESE - Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Há poucas horas para a eleição geral brasileira, o STICM São Sebastião do Caí gostaria de lembrar a toda a categoria da construção civil, gaúcha e brasileira, de que o futuro dos pleitos da classe trabalhadora dependerão de nossas escolhas no presente (redução da jornada, fim do fator previdenciário, qualificação profissional, valorização das aposentadorias, não à terceirização, entre outros).
Nosso voto tem, sim, consequências na vida de todos os brasileiros. Transformar em vitórias as lutas do movimento sindical depende de nossa união e da escolha de pessoas identificadas com os trabalhadores, que possam, nos estados e em Brasília, serem os porta-vozes das reivindicações da classe trabalhadora.
Portanto, na frente da urna, vamos estar muito conscientes da nossa responsabilidade.
Bom voto a todos!
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Dia Nacional da Construção Social neste ano aconteceu em agosto
O
STICM São Sebastião do Caí participou, juntamente com a FETICOM-RS e sindicatos
de trabalhadores da Construção Civil e do Mobiliário, do Dia Nacional da
Construção Social, no sábado 23/08, que aconteceu no SESI de Sapucaia do Sul.
O
evento reuniu 1.104 pessoas, totalizando 15.303 atendimentos, entre às 9 e 15h.
Além de confecção de carteiras de trabalho, atendimentos em saúde bucal e
nutricional, jogos, cidade de brinquedos, brindes, corte de cabelos, maquiagem,
oficinas de leitura e desenho, artesanato, atividades esportivas e atrações
culturais, foram distribuidos lanches completos com sanduiche natural, fruta,
suco, chocolate, cachorros quentes e refrigerantes, fazendo a alegria das
famílias presentes.
INSS: Justiça amplia prazo para recuperar benefício cortado
A
vantagem de receber o benefício na Justiça, em vez de fazer um novo pedido no
posto, é recuperar os atrasados de até cinco anos atrás
O
segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que teve o benefício
cortado administrativamente pelo órgão tem até dez anos para recorrer à Justiça
e recuperar a grana mensal, segundo decisão da TNU (Turma Nacional de
Uniformização).
A
decisão atende principalmente beneficiários de auxílios-doença, aposentadorias
por invalidez e benefícios assistenciais, que são frequentemente reavaliados
pelo INSS e correm o risco de corte.
Mas o
entendimento pode ser aplicado a qualquer benefício previdenciário que tenha
sido interrompido pelo órgão, explicam advogados previdenciários.
A
vantagem de receber o benefício na Justiça, em vez de fazer um novo pedido no
posto, é recuperar os atrasados de até cinco anos atrás.
Fonte: Agora SP
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Voto é coisa séria
Estamos
em período eleitoral e a diretoria do STICM São Sebastião do Caí aproveita para
alertar a categoria na escolha de candidatos preocupados e identificados com as
reivindicações dos trabalhadores.
Portanto,
vejam abaixo alguns projetos que tramitam no Congresso Nacional e que são de interesse dos trabalhadores/as:
CONTRIBUIÇÃO SINDICAL -
PEC 71/1995
ORGANIZAÇÃO SINDICAL -
PEC 29/2003, PEC 314/2004, PL 4430/2008, PL 5684/2009
REFORMA SINDICAL - PEC
369/2005
REGISTRO SINDICAL - PDC
857/2008, PL 6952/2010
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Turma afasta exigência de atestado do INSS para comprovar doença profissional
A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho proveu recurso de um
empregado da Pirelli Pneus Ltda. e reconheceu seu direito à estabilidade por
doença profissional prevista em norma coletiva. Embora a norma exigisse que o
INSS ateste que a doença profissional foi adquirida em função do trabalho
desempenhado, a Turma afastou a exigência se o nexo for comprovado judicialmente.
domingo, 10 de agosto de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Sindicato presta assistência aos trabalhadores de fábrica que incendiou
Os trabalhadores da indústria de vassouras Gaúcha, no morro Tico-Tico ,em Bom Princípio receberam assistência do presidente Laerte e tesoureiro Marcos que foram ao local conversar com os empregados da indústria e também com o empresário. Na ocasião, foram feitas as rescisões de contrato de trabalho e também o encaminhamento para o seguro desemprego. A idéia da direção da empresa é retomar ás atividades o quanto antes e recontratar os trabalhadores o mais rápido possível. Para o presidente Laerte que lá esteve, o empresário conta com o apoio dos trabalhadores e já está construindo um galpão para o início da produção. É muito comovente essa retomada completa Laerte
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Envelhecimento da população exige antecipação de ações, dizem especialistas
O Brasil deve se preparar para o envelhecimento da população
antecipando ações para que as pessoas cheguem cada vez mais saudáveis aos 60
anos e se mantenham ativas e inseridas socialmente após a aposentadoria. A
avaliação foi feita nesta quinta-feira (10) por participantes de debate
promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do
Senado (CDH).
Conforme dados apresentados na audiência, o número de pessoas com
mais de 60 anos no país vai saltar de 20 milhões, atualmente, para cerca de
73,5 milhões em 2060.
– Hoje uma em cada dez pessoas é idosa. Em 2060, teremos um idoso
em cada três pessoas – informou Emanuel de Araujo Dantas, coordenador de
Estudos Previdenciários do Ministério da Previdência Social.
De 1960 a 2010, em apenas 50 anos, portanto, a expectativa de vida
do brasileiro saltou de 48 anos para 73 anos, conforme o representante da
Previdência Social.
– Por outro lado, o número médio de filhos por mulher caiu de 6,3
filhos para 1,9, valor abaixo do nível de reposição da população. Essas
mudanças alteraram a pirâmide etária, refletindo a estrutura de população mais
envelhecida, característica dos países mais desenvolvidos - disse.
Emanuel Dantas acrescentou que a expectativa de vida deve atingir
81,2 anos em 2060. Essa mudança tem reflexos diretos nas contas da Previdência,
a partir da redução da relação entre a população economicamente ativa e a
parcela de aposentados, o que vai exigir novas políticas para garantir a
sustentabilidade do sistema.
Fonte: Agência Senado
quinta-feira, 5 de junho de 2014
STICM São Sebastião do Caí almoça com governador
O presidente
do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil
e do Mobiliário de São Sebastião do Caí, Laerte Alves, acompanhou a Nova
Central-RS e o Sindicato
dos Trabalhadores da Construção Civil de Porto Alegre - STICC em reunião-almoço no Galpão Crioulo do Palácio Piratini,
sede do governo do Rio Grande do Sul, para apresentação dos estudos de
incentivo ao setor Cerâmico do estado, na terça, 03/06.
A iniciativa partiu do Sindicer - Sindicato das Indústrias de
Olaria e Cerâmica do RS, e foi conduzida pelo governador do estado, Tarso
Genro, que apresentou aos presentes as diretrizes que serão implementadas pelo
governo para a cadeia produtiva.
Tanto o presidente Laerte, do STICM São Sebastião do Caí,
quanto o presidente Valter Souza, da Nova Central-RS, ressaltaram a importância
do setor para a geração de emprego e renda. A tarde foi destinada aos estudo
técnicos complementares.
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